Já ouviu falarem maravilhas sobre o mar de sete cores? Pois é em San Andrés que ele mora. Com águas cristalinas que variam em diversos tons de azul e verde, a ilha colombiana situada no Mar do Caribe é um dos destinos mais acessíveis para quem quer conhecer as belezas paradisíacas da região, mas não pretende gastar muito. Situada...

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  • População 83.491 mil

  • Hora local 14:09

  • 100 Peso colombiano R$ 0,12

  • Temperatura local 23.45º Ver previsão

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Hospedagem em San Andrés

menor valor maior valor
Pousada R$ 103,66 R$ 378,00
Apartamento R$ 121,95 R$ 1.926,80
Albergue R$ 121,95 R$ 378,04
Hotel R$ 561,25 R$ 3.873,49

Alimentação em San Andrés

Média de preços por dia com base em centenas de experiências

  • Café da manhã


    R$ 16,47 COP 13560.00 a R$ 35,13 COP 28920.00
  • Almoço


    R$ 29,15 COP 24000.00 a R$ 45,19 COP 37200.00
  • Jantar


    R$ 37,90 COP 31200.00 a R$ 56,12 COP 46200.00

Guia San Andrés

Já ouviu falarem maravilhas sobre o mar de sete cores? Pois é em San Andrés que ele mora. Com águas cristalinas que variam em diversos tons de azul e verde, a ilha colombiana situada no Mar do Caribe é um dos destinos mais acessíveis para quem quer conhecer as belezas paradisíacas da região, mas não pretende gastar muito. Situada a 750 quilômetros da parte continental da Colômbia, a ilha tem localização mais próxima da Nicarágua e de Honduras, fato que pode causar estranheza aos visitantes. Inclusive, essa é uma das razões pelas quais a Nicarágua reclama o domínio da ilha até hoje!

Com apenas 26km2 de extensão e cerca de 70 mil habitantes, a pequena ilha tem características bem marcantes e comuns para a região: muito sol, águas claras, hospitalidade, mas também bastante pobreza e problemas socioeconômicos.

Um dos aspectos mais característicos do lugar se refere à água potável. Por ser rodeada por águas salinas e estar muito distante do continente, San Andrés sofre com o acesso de água que possa ser ingerida e utilizada em atividades domésticas. Por isso, muitos hotéis fazem a própria dessalinização da água, com o intuito de oferecê-la em suas piscinas, chuveiros e torneiras. Apesar de ficar apta para uso, essa água ainda permanece um pouco salobra, o que pode causar estranheza ao turista.

San Andrés – que no passado já foi palco de muitas disputas piratas – tem ainda bastante lastro com o Pirata Morgan, que fez no local sua base militar. Outra figura bastante destacada pelos nativos é Bob Marley, que passou alguns anos da sua vida na pacata ilha colombiana e hoje está presente em grande parte dos souvenirs vendidos no local.

Então, vamos lá. San Andrés tem ótimos preços, belezas naturais incomparáveis e o famigerado clima hospitaleiro dos países latinos. O que mais o viajante poderia querer? Bem, isso vai depender do viajante que vai ao arquipélago. Com certeza esse não é um destino para quem procura por boas hospedagens. Com exceção do Hotel Decameron, que é acima da média, as demais acomodações da ilha deixam bastante a desejar. Portanto, se você é aquele turista que não dispensa um conforto sem perrengue na hora de dormir, você tem duas opções: reservar o Decameron ou fechar os olhos e ir na fé. Como dissemos acima, ainda há o impacto da água salobra durante o banho, fato que pode desagradar bastante os menos aventureiros.

Por se tratar do Caribe há também quem fique preocupado por conta dos furacões, mas fique tranquilo. Dificilmente a ilha é afetada por eles, por mais que a mãe natureza tenha personalidade forte e às vezes surpreenda. Se não quiser dar sopa para o azar, evite setembro, que costuma ser o mês mais chuvoso. De lá até novembro aumentam as instabilidades climáticas, que não chegam a ser um grande problema, mas podem deixar o mar mexido e impossibilitar alguns passeios. Portanto, para dar tiro certeiro, opte pelo período de janeiro a maio que costuma ser os mais seco e estável.

Outro ponto de atenção na ilha se refere à lotação dos pontos turísticos. Sem limitar os participantes, o que acontece na prática é um mar de gente curtindo os mesmos lugares, tudo ao mesmo tempo. Nada que não aconteça nas principais praias do Nordeste brasileiro, mas mesmo assim esse deve ser um fator de consideração por aqueles que buscam paz e tranquilidade para as suas viagens de férias.

Agora se para você o que importa mesmo são as belezas naturais e a experiência que o destino turístico pode proporcionar, saiba que San Andrés dificilmente decepciona. Para fazer uma varredura na ilha, alugue um carrinho de golfe logo nos primeiros dias para se situar e saber quais lugares merecem a sua atenção. Acomodando até 4 pessoas, os veículos não exigem habilitação e garantem uma vivência bem característica da ilha. Não deixe de fazer uma parada em West View, La Piscinita, Hoyo Soplador, Rocky Cay e San Luis, perdendo o tempo necessário que cada um desses lugares pede.

Feito isso, você poderá partir para os passeios de barco. Não deixe de visitar Cayo El Acuario, Johnny Cay e Cayo Bolivar. E com isso você deve estar se perguntando: Mas então quantos dias devo ficar em San Andrés? Se a sua ideia é curtir apenas a ilha saindo diretamente do Brasil, não fique menos de que uma semana. A viagem é longa e não vale a pena chegar lá e não ter tempo de aproveitar tudo o que o lugar tem a oferecer. Além do mais, com 7 dias você consegue passar 2 deles em Providência, outra ilha do arquipélago conhecida por belezas tão estonteantes quanto as de San Andrés. Agora se você está em uma viagem que se estende também por outras cidades colombianas, os voos são mais curtos e você pode tentar otimizar. Em três noites o turista consegue ver o básico e sair com aquele gostinho de quero mais (mas pelo menos sairá da Colômbia com uma visão do roteiro básico de San Andrés).

Vale lembrar que, desde 2017, a Colômbia solicita comprovação de vacinação contra a febre amarela. Nesse caso, o turista deverá proteger-se com ao menos 10 dias de antecedência e solicitar a emissão do certificado internacional de vacinação pela Anvisa. Anote na sua agenda de pré-viagem para não acabar estragando suas férias por conta de um detalhe bastante simples.

Também preste atenção ao dinheiro que você levará para lá. Um dos principais erros é pensar que levar o peso colombiano já do Brasil é uma boa opção. Na prática o que acontece é uma venda bem desfavorável ao turista, que acaba pagando o preço pela falta de informação. Também não vale a pena levar reais igual acontece em viagens para a Argentina e o Chile, por exemplo. Na Colômbia a vazão da moeda não é grande e, portanto, a cotação também não é boa. Nesses casos, não invente a moda e leve dólares. A moeda norte-americana é a melhor opção para continuar preservando o seu poder de compra, além de ser trocada com boas taxas por todo o país. Lembre-se sempre de levar seu documento de identificação e papelada de entrada na Colômbia (no caso de eles serem solicitados pela casa de câmbio).

Como chegar

Para chegar a San Andrés, a forma mais convencional é de avião. Não existem voos diretos para o Aeroporto Gustavo Rojas, que apesar de pequeno consegue dar ao viajante a infraestrutura necessária. Para isso, é preciso fazer conexão em Bogotá (se as companhias aéreas forem LATAM ou Avianca) ou então no Panamá (se a companhia for a Copa Airlines). A dica é deixar separado um casaco caso faça conexão em Bogotá, pois o clima frio de lá em nada se parece com San Andrés. Para quem faz conexão no Panamá, com temperaturas mais altas, não há com o que se preocupar.

Para sair do aeroporto e chegar à sua hospedagem, o meio de transporte mais indicado é o táxi. Diferente de outros lugares do mundo onde o preço desse tipo de transporte é bastante elevado, como na Europa, em San Andrés esse “conforto” não custa caro. Como os táxis do local costumam ser antigos e não possuem taxímetro, acerte sua viagem com o taxista assim que entrar no carro.

Outro ponto importante é a taxa turística cobrada para visitar a ilha. É possível pegar o documento com as próprias companhias aéreas que fazem o trajeto. Vale ressaltar que será com ele que o turista entrará e sairá de San Andrés, portanto guarde-o em local seguro em seu hotel ou pousada para não correr o risco de perde-lo e ter maiores complicações.

Por ser parte do território colombiano, viajar para San Andrés não requer nenhum visto para os brasileiros. Basta ir com sua identidade (RG) para conseguir entrar na ilha. Esse, inclusive, é um dos motivos mais apreciados pelos turistas do país, pois junto com os preços mais acessíveis, esse fator permite que viagens sem muito planejamento e dificuldade sejam feitas para o lugar.

Vida noturna

Diferentemente de Cancun, que é bastante conhecida por sua noite efervescente, em San Andrés é possível encontrar mais opções do que fazer de dia do que de noite. Ao pôr do sol, as opções ficam por conta mesmo das lojinhas, restaurantes e cafeterias, a maioria deles ao redor a Peatonal.

Para aqueles que não dispensam fazer comprinhas toda vez que viajam, estar em San Andrés pode significar uma economia bastante considerável. Há diversas lojas que vendem perfumes e maquiagem com preços similares a free shops, portanto é uma boa pedida para o final de tarde e cair da noite. Lembrando que a maioria do comércio funciona até um pouco mais tarde, por volta das 20h30, então não é preciso sair da praia e correr para pegar tudo aberto.

Mas para aqueles que querem dançar os ritmos da região também existem algumas boas opções. Muitos hotéis costumam ter instrutores para dar aulas dos ritmos caribenhos para os turistas, podendo elas acontecer até mesmo na praia! Boates e cruzeiros também tem esse costume, sendo a salsa e o reggaeton os ritmos mais tocados na região. Ao contrário do Brasil, quem procura por discotecas em San Andrés está mais focado em dançar do que em qualquer outra coisa!

Quem se destaca absoluta na noite de San Andrés é a boate Coco Loco, nome também dado a um dos drinks mais característicos da região. Recebendo clientes de todas idades, a discoteca apresenta boa infraestrutura e garante boas risadas a todos que a visitam. Para quem quer dançar até o pé cansar, essa é a opção mais indicada.