Bariloche é uma cidade na patagônia argentina, bem próxima à fronteira com o Chile, na região dos Lagos Andinos. A paisagem da região é formada pelo encontro de montanhas com picos nevados, típicos da Cordilheira dos Andes, com um mosaico de Lagos de diferentes cores.

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  • População 113.45 mil

  • Hora local 09:09

  • 100 Peso argentino R$ 7,09

  • Temperatura local 8.5º Ver previsão

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Hospedagem em Bariloche

menor valor maior valor
Pousada R$ 48,06 R$ 110,92
Albergue R$ 76,53 R$ 276,15
Apartamento R$ 82,16 R$ 616,21
Hotel R$ 112,03 R$ 780,54

Alimentação em Bariloche

Média de preços por dia com base em centenas de experiências

  • Café da manhã


    R$ 14,19 ARS 200.00 a R$ 21,99 ARS 310.00
  • Almoço


    R$ 16,67 ARS 235.00 a R$ 27,67 ARS 390.00
  • Jantar


    R$ 21,28 ARS 300.00 a R$ 31,93 ARS 450.00

Guia Bariloche

Bariloche é uma cidade na patagônia argentina, bem próxima à fronteira com o Chile, na região dos Lagos Andinos. A paisagem da região é formada pelo encontro de montanhas com picos nevados, típicos da Cordilheira dos Andes, com um mosaico de Lagos de diferentes cores.

Em Bariloche está a maior estação de esqui da América Latina, o Cerro Catedral, e é conhecida por nós brasileiros como destino de inverno, para a prática de esportes de neve. Mas nem só de frio vivem as belezas deste lugar. Nas demais estações é possível aproveitar os dias longos e o encontro das montanhas com os lagos para praticar todo tipo de esportes, como a escalada, caminhadas, caiaquismo, rafting, entre outras possibilidades.

Ali também é onde se encontram várias das fábricas de chocolate do país. Na rua principal da cidade há mais do que uma chocolateria por quarteirão. São infinitas opções, de chocolates brancos, ao leite, amargo, com frutas, em bolos e sorvetes.

A cidade é o ponto de partida para quem quer visitar outras localidades da região, como as cidades de Villa Langostura, San Martín de los Andes, ou El Bolsón.

Entre os visitantes mais frequentes estão os estudantes argentinos concluindo o ensino médio que fazem a viagem em comemoração, e sempre guardam com carinho esta lembrança; brasileiros em busca de conhecer a neve pela primeira vez; chilenos que apenas cruzam a fronteira para relaxar do lado de lá da Cordilheira.

Democrática, Bariloche oferece encantos para os mochileiros que buscam acampar e fazer caminhadas pelas montanhas; até opções para quem quer luxo, um quarto com vista e varanda de frente para o Lago Nahuel Huapi tomando um chocolate quente, enquanto espera a noite para jantar em um refúgio de montanha à luz de velas.

A história dos indígenas Mapuches se mistura com a forte tradição argentina e as belezas naturais da região para formar um dos destinos mais completos e estruturados da América do Sul

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Para muitos brasileiros, não tem como pensar em um destino para ver neve, sem pensar na possibilidade de ir para Bariloche, e realmente, a quantidade de brasileiros é enorme durante a alta estação que corresponde ao período do inverno. Muitos brasileiros que vão para Bariloche estão vendo a neve pela primeira vez, já outros são habitués do local, mas independentemente de ser a primeira vez ou não em Bariloche, o fato é que a quantidade de brasileiros é tanta que Bariloche é chamada de Brasiloche durante os meses de inverno.

E se engana quem pensa que Bariloche só pode ser visitada durante o inverno, pois o verão também proporciona paisagens lindas e diversas atividades ao ar livre para contemplar o visual da cidade que possui temperaturas bem agradáveis nesse período. E durante o verão os argentinos são os que mais visitam a cidade. Em um resumo geral seria assim: nos meses de inverno, Bariloche “pertence” aos brasileiros, já no verão, ela volta a ser dos argentinos, nada mal.

A gastronomia também é um dos pontos fortes da cidade. Além dos famosos e tradicionais chocolates como falamos acima, a gastronomia de Bariloche é uma mistura de culinária argentina e culinária de alguns países europeus como a Alemanha, herança da colonização local. E não será difícil encontrar um bom lugar para comer após um longo dia de passeios e atividades. No centro da cidade é onde está a maior parte dos restaurantes, sendo a concentração maior próximo da Calle Mitre e ao longo da Avenida Bustillo. Você vai encontrar desde restaurantes de fondue, churrascarias, casas de empanadas, chocolateiras, bares e também os restaurantes mais focados na culinária típica da Patagônia, servindo trutas assadas e carne de cordeiro. E por último, não se esqueçam de provar os vinhos, alfajores e os doces de leite.

Com acomodações para todos os perfis de viajantes, você vai encontrar desde hotéis de luxo com vista para o lago até acomodações simples no centro da cidade. E como não poderia deixar de ser, na alta temporada os preços sobem de acordo com a procura dos visitantes.

Para compra de passeios, dedique o primeiro dia da viagem para ir até as agências que ficam no centro da cidade. É sempre bom pesquisar antes na internet, mas chegando lá tente ir até uma agência para obter maiores e melhores informações. Os valores dos passeios não costumam mudar muito de uma agência para outra. Já, para quem vai praticar algum esporte na neve, recomendamos ou adquirir aqui no Brasil os trajes adequados para o frio e a prática do esporte, ou então adquirir em Bariloche, em alguma loja especializada, só não vale deixar de usar os trajes adequados para economizar e passar frio.

Como chegar

Bariloche fica no sul da Argentina, na região da Patagônia, província de Río Negro, próximo à fronteira com o Chile. É possível chegar por terra, ar e água.

Há voos regulares e bastante variedade de horários para Bariloche, sempre fazendo conexão em Buenos Aires. Em alguns invernos, a companhia aérea Aerolíneas Argentinas abre algumas frequencias semanais de São Paulo direto à cidade.

Do Chile, é possível cruzar a cordilheira dos Andes em ônibus, ou em um roteiro que cruza os lagos Andinos. Há ônibus partindo de Puerto Montt, Puerto Varas e Osorno diretamente para Bariloche. Desce-se do ônibus duas vezes, para fazer a imigração de saída do Chile, e alguns quilômetros a frente, para fazer a imigração de entrada na Argentina.

Cruzando os lagos andinosa partir do Chile, o chamado Cruce Andino, é mais um passeio do que um meio de transporte. Parte de Puerto Varas, e navega por 3 lagos da região, fazendo os percursos entre um lago e outro em ônibus. Todo o trajeto é organizado por agências de viagem, e você compra apenas um bilhete. O trecho era usado pelos indígenas da região para fazer comércio, e mais tarde foi usado pelos colonizadores. Hoje é um dos passeios mais tradicionais da região. Igualmente ao trajeto de ônibus, são feitas duas paradas para a imigração, a saída do Chile e a entrada na Argentina.

Vida noturna

Poucas pessoas sabem, mas Bariloche tem várias cervejarias artesanais a preços bem acessíveis. Na região entre as ruas Neumeyer e Juramento há diversos bares que vendem canecas, ou Pints como eles chamam, de diferentes sabores.

O bar com o cardápio mais variado de cervejas é o Manush. Ele fica na esquina da Neumeyer com a Morales. É um bar bem concorrido, e seus dois andares ficam sempre lotados. Ainda assim o atendimento é bem satisfatório. Eles possuem mais de 20 tipos de cerveja, expostas em um cardápio em forma de jornal com a ordem em que as cervejas devem ser consumidas. Os tira-gostos também estão à altura. De 18h às 20h eles fazem um "happy hour" e todas as cervejas saem pela metade do preço.

Na Rua San Martín está o Wilkenny, um Pub estilo irlandês e restaurante. Tem uma pequena seleção de cervejas e alguns tira-gostos. Fica cheio e animado depois da meia-noite, como quase todas as baladas na Argentina. Algumas noites há música ao vivo, em outras um DJ toca músicas no estilo rock.

As poucas boates de Bariloche, quase sempre fazem festas dedicadas aos grupos de egresados. Os estudantes em conclusão do ensino médio que viajam em grupo para Bariloche.

O ICE Bariloche é um bar com dois ambientes, sendo um deles feito totalmente de gelo desde as paredes, os móveis e até os copos onde são servidas as bebidas. Vale a pena conhecer por ser um lugar bem diferente, mais pela curiosidade do que por ser realmente um lugar confortável. Eles oferecem uma manta para que os visitantes se cubram e se mantenham aquecidos.