Seu renome dá-se principalmente pela riqueza cultural e de seu patrimônio histórico. Cada monumento da cidade evoca um período da história. No coração de uma das mais fascinantes regiões portuguesas, o Alentejo, Évora já foi um importante centro no período romano. O Templo de Diana remete à essa época da...

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  • População 56.596 mil

  • Hora local 11:24

  • 1 Euro R$ 4,06

  • Temperatura local 20º Ver previsão

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Hospedagem em Évora

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Apartamento R$ 188,45 R$ 418,77

Alimentação em Évora

Média de preços por dia com base em centenas de experiências

  • Café da manhã


    R$ 27,25 € 6.72 a R$ 43,07 € 10.62
  • Almoço


    R$ 35,52 € 8.76 a R$ 73,00 € 18.00
  • Jantar


    R$ 46,72 € 11.52 a R$ 84,19 € 20.76

Guia Évora

Seu renome dá-se principalmente pela riqueza cultural e de seu patrimônio histórico. Cada monumento da cidade evoca um período da história. No coração de uma das mais fascinantes regiões portuguesas, o Alentejo, Évora já foi um importante centro no período romano. O Templo de Diana remete à essa época da antiguidade.

Milhares de anos antes dos romanos vencerem os celtas lusitanos, a região já era ocupada por comunidades pré-históricas, com menires (pedra movidas e colocadas de pé pelo homem) atestando a presença humana nos arredores.

A conquista árabe, a reconquista cristã e as disputas com Espanha também fazem parte da história local e explicam a existência das muralhas até hoje. Os edifícios e arcadas da Praça do Giraldo lembram os 450 anos do domínio mouro e a Igreja de São Francisco ostentam o estilo gótico-manuelino. Igrejas, praças, mosteiros, ruelas medievais complementam o charme desse verdadeiro museu a céu aberto — tombado como Patrimônio Mundial pela Unesco.

Apesar de tantas influências, Évora nunca perdeu a identidade lusitana, evidente no conjunto de casas caiadas e pátios forrados de azulejos. Depois que os árabes foram expulsos dali, no século 12, a monarquia portuguesa tomou conta do pedaço e fez Évora florescer como importante centro de estudos e artes nos séculos XV e XVI.

A maior parte das atrações concentra-se dentro das muralhas medievais da Cidade Velha, como a catedral gótica e a Igreja dos Lóios, dedicada a João Evangelista. O labirinto de ruelas pode ser visitado a pé, e guardam vias de nome pitoresco, como a Travessa do Pão Bolorento e a Rua do Imaginário. Mas nenhum templo chama tanto a atenção quanto a Capela dos Ossos, erguida com os esqueletos de 5 mil monges que viveram ali no século 17.