Embora seja um país tropical, o Brasil tem lá suas contradições. Uma delas é o hábito de beber um café quentinho antes, durante e até depois de terminar o dia, o que o torna um dos principais consumidores e produtores do mundo. Montamos uma Rota do Café em território nacional para te mostrar que existe muito a se vivenciar quando o assunto é o “ouro negro”.

O país chegou a ser responsável por mais de 80% da produção mundial durante dois séculos. Hoje, ainda revela sua importância, ficando com 1/3 do total de produção de café arábica, além de ser o maior exportador de café verde do planeta. 

Em território brasileiro, temos lavouras que equivalem a 2 milhões de campos de futebol.

Rota do Café no Brasil vai da semente à degustação – Foto: divulgação/Fazenda Florença

A produção se concentra na região Sudeste, mas se expande para o Nordeste, Centro-Oeste e Sul. Mas sabia que vai até o Norte do país? Foi na década de 70 que os grãos foram levados até Rondônia por colonizadores, expandindo as áreas das lavouras. Atualmente, são 15 municípios e 17 mil famílias se aproveitando dos cafezais.

Porém, nas mãos de indígenas, o café cultivado em agroflorestas — ou seja, preservando o meio ambiente — ganhou outra função, com apoio na ciência, tecnologia e manejo responsável. Chegando ao recorde de produção de grãos robusta em 2020, o café da Floresta Amazônica ainda é direcionado à grande indústria, porém, com mais incentivo, quem sabe não veremos novas variações brotando por lá.

“Cerrado Mineiro”, “Mantiqueira de Minas”; “Alta Mogiana”, “Região de Pinhal”, “Oeste da Bahia” e “Norte Pioneiro do Paraná” são as regiões produtoras brasileiras.

Para além de visitar cafeterias fofas e badaladas, o turismo cafeeiro é respaldado pelo turismo rural, em que o viajante pode conhecer pessoalmente as origens do café, passando por plantações, experiências no campo, casarões e fazendas coloniais. É uma viagem cheia de conhecimento, sabor e aromas.

Vamos nessa? Conheça nossa Rota do Café em cada estado!

São Paulo

Os séculos 18 e 19 foram bastante promissores para a cultura cafeeira paulista. Entre as cidades mais beneficiadas pelo grão está a litorânea Santos, que tinha maior facilidade de exportar grãos brasileiros para o mundo todo a partir do porto.

Bem pertinho das embarcações funcionava a Bolsa Oficial do Café, onde se discutia e controlava o preço das sacas. Hoje o histórico edifício funciona como Museu do Café, um lugar incrível para mergulhar de vez nessa história. 

Os arredores do centro velho e a Estação Valongo, construção de 1867, também carregam consigo até hoje o legado cafeeiro. Não vá embora da cidade sem uma paradinha na casa de torrefação, moagem e cafeteria Rei do Café, na ativa desde 1912, sendo administrada pela terceira geração da família.

Foto: divulgação

Outra opção é percorrer o chamado Vale do Café Paulista, que inclui cidades do Vale do Paraíba e arredores, como Serra Negra, Cajuru, Itatiba, Areias, São José do Barreiro, Bananal, Monte Alegre do Sul e Espírito Santo do Pinhal. Cada um dos municípios ainda preserva fazendas, propriedades rurais, tulhas e outros casarões oriundos do período do ouro negro. 

Entre os endereços destacamos o Sítio da Usina Julicafé, em Monteiro Lobato, focado na recuperação, preservação e uso sustentável dos recursos naturais para a produção de café orgânico, cultivado sem agrotóxico e colhido de maneira artesanal na propriedade de 1978, onde antes funcionava uma usina hidrelétrica. O contato é apenas via telefone: (12) 99196–2210.

Outra opção é a Fazenda Mandaguahy, em Jaú. Datada em 1858, é uma das mais antigas fazendas cafeeiras, resguardando traços da arquitetura colonial portuguesa até os dias atuais. Organiza passeios de cunho ecológico e cultural, passando pela produção de queijos, biscoitos e café.

Rio de Janeiro

Uma das regiões que mais se beneficiou com o ciclo do café foi o Vale do Paraíba Sul Fluminense, que chegou a produzir 75% do café mundial. A partir do legado histórico foi criada a rota turística do Vale do Café, que reúne 10 municípios, como Rio das Flores, Valença e Barra do Piraí, e distritos arredores, como Ipiabas e Conservatória, fazendo parte do Circuito de Fazendas.

Entre estradas, igrejas e fazendas, o principal ponto de partida é Vassouras, a 121 km da capital, conhecida antifamente como a Cidade dos Barões. Até hoje, o que se observa na cidade são fazendas do período imperial, belos edifícios coloniais, museus, casarões e palacetes.

Você pode incluir no roteiro a Fazenda Santa Cecília, também conhecida como Fazenda Piedade, a 15 km de Miguel Pereira, datada em 1770, porém com mudanças estruturais no século 19. Considerada uma das mais antigas do Brasil, se destaca pelo jardim projetado por Burle Marx e a capela assinada pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer. 

Outra opção é a A Fazenda Alliança, na Barra do Piraí, um exemplo em relação ao cultivo de pés de café arábica. A bela e imensa propriedade de 1861 ainda mantém as antigas canaletas de transporte de grãos e de terreiros em pedra. Além disso, retomou a produção de grãos, dessa vez cultivados à sombra, técnica inovadora que resulta em um produto de qualidade superior.

Vale a pena aproveitar ainda as cachoeiras e o jardim Uaná Etê.

Foto: Fazenda Alliança/Brunella Nunes
Foto: Brunella Nunes

Minas Gerais 

Não tem como falar de café sem lembrar de Minas Gerais, que atualmente é a maior produtora do Brasil, consolidando-se especialmente pela qualidade de seus pequenos produtores de grãos arábica de alta qualidade. Com inúmeras cidadezinhas para conhecer, você deve estar se perguntando: “por onde começar?”.

Facilitando essa jornada, a Unique Café promove a Rota do Café Especial, um passeio que começa em São Lourenço, percorrendo 35 km de belas paisagens até Carmo de Minas, a grande especialista no assunto e parada obrigatória para os coffee lovers.

A principal parada é na Fazenda Sertão, centenária na produção regional de grãos, cultivados em 270 hectares. O local conta com um Museu do Café no casarão de 1891, reunindo artefatos antigos, fotografias e documentos históricos.

A quarta geração da família começou a produzir cafés especiais em 1998 e anos depois, literalmente colhe os frutos do sucesso, sendo premiada como o melhor café do mundo em 2005, numa pontuação recorde de um dos principais concursos do gênero, o Cup of Excellence

Quem também se destacou na competição foi a Fazenda IP, iniciais de Isidro Pereira, que também conquistou o título máximo na produção de café. Dali saem os tipos Catuaí Amarelo, Catucaí Amarelo, Acaia e Bourbon Amarelo. A plantação com até 1.200 metros de altitude oferece uma vista deslumbrante para o Vale da Mantiqueira, onde estão outras lavouras.

O passeio termina numa loja que reúne pacotes de café de vários produtores regionais, aquela perdição que faz todo mundo querer levar pra casa um pouquinho de cada. O melhor período para visitação é de maio a agosto, época de colheita. 

A cidade de Patrocínio, não inclusa neste roteiro, é a maior produtora do país, além de ser uma estância hidromineral. Vale lembrar também da Rota do Café em Santa Rita do Sapucaí, que inclui visitação e degustação de cafés especiais em fazendas produtoras, em sua maioria administradas por mulheres.

Espírito Santo

Muita gente ainda não associa o Espírito Santo à cultura cafeeira, mas saiba que em 2019 o estado registrou a maior produção da história em café arábica e conilon. O cultivo começou em Cachoeiro de Itapemirim e se expandiu para as cidades de Vargem Alta, Muqui, Marataízes e Mimoso do Sul.

A região entre praias, serras e cachoeiras ficou mais desenvolvida turisticamente devido a criação da Rota dos Vales e do Café, que valoriza os grãos capixabas. Para além das belezas naturais, a viagem proporciona vivências com os lugares que marcaram presença na produção do ouro negro. 

As fazendas se concentravam em grande parte em Mimoso do Sul, que antes de se tornar uma cidade, era uma propriedade só: a Fazenda Mimozo. O que restou foram construções coloniais do período, marcado por tradições dos povos libaneses, italianos e portugueses. Não deixe de visitar encantador sítio de São Pedro do Itabapoana, onde há 41 imóveis tombados que formam um pequeno distrito.

Já a Morada Santa Rita fica em Muqui, também chamada de Fazenda Santa Rita, que oferece hospedagem, refeição, caminhadas, piscinas naturais e lazer. A cidade conta ainda com 200 construções tombadas do século 20.

Paraná

Cá estamos no Sul do Brasil, onde o café também deixou seus rastros. Passando por 18 municípios, a Rota do Café passa pela região Norte do Paraná, somando 30 pontos turísticos no total, incluindo museus, fazendas, cafeterias e até vinícolas. A celebridade regional é Londrina, que na década de 60 ficou conhecida como na Capital Mundial do Café.

O principal ponto da cidade é o Museu Padre Carlos Weiss, conhecido como Museu Histórico de Londrina. No jardim logo se avistam os pés de café, que ajudam a recontar a trajetória do grão na região, que chegou a ser responsável por 51% da safra produzida no mundo. O acervo reúne documentos, mapas e imagens da colonização. Um armazém faz o papel de cafeteria, onde se aprende mais sobre grãos, torras e tipos de café, além de degustação da bebida.

Museus históricos estão inclusos na Rota do Café – Foto: divulgação/UEL

Outro ponto famoso, a 80 km de Londrina, é a Fazenda Palmeira (antiga Estância Ecológica Guaicurus), uma das produtoras mais importantes do estado, fundada em Santa Mariana na década de 40. Ali está um dos maiores labirintos de pés de café do mundo. São 180 hectares de café a 480 metros de altitude.

A Fazenda Monte Bello, fundada no início dos anos 1900 em Ribeirão Claro, é uma das principais da região, promovendo hospedagem rural em chalés, trilhas ecológicas e passeio pela produção de café. Também cultiva lichia (de novembro a janeiro; “colhe e pague” em dezembro), macadâmia (janeiro e fevereiro), mel e muitos produtos artesanais.

Foto: divulgação

Bahia

O clima quente do Nordeste também pode contribuir com bons grãos de café arábica. No Planalto e no Cerrado baiano estão lugarejos premiados, como é o caso da comunidade Santa Bárbara, em Piatã, que tem títulos do concurso Cup of Excellence para exibir ao público. O turismo rural se faz presente, passando por vivências nas plantações e contato direto com a agricultura familiar.

O cultivo em plena Chapada Diamantina é favorecido pela altitude, visto que a cidade é a mais alta do Nordeste, e o clima mais ameno. O café chegou por ali em meados do século 19, desenvolvendo cafezais a 1.400 metros de altitude, que se aproveitam dos microclimas regionais.

Uma das atividades mais interessantes a serem feitas é na companhia do barista Lucas Campos, da agência Café Tur, que faz trilhas rumo ao inesquecível pôr do sol na Serra da Tromba, onde prepara um cafezinho para ser degustado na hora.

Ceará

Na Região do Maciço de Baturité, a cerca de 100 km de Fortaleza, se desenvolve a chamada Rota Verde do Café, projeto que desenvolve o território de maneira sustentável para o cultivo do café de sombra, que se aproveita da proteção da sombra da mata. Apesar de estar em pleno sertão cearense, a localização tem temperaturas amenas.

As fazendas centenárias na cidades de Mulungu, Guaramiranga, Pacoti e Baturité produzem em seus cafezais de maneira sustentável, artesanal e livre de produtos químicos. O turista pode conhecer isso de perto no Sítio Águas Finas, propriedade de 1939, que produz o Café Uchôa.

Outra opção é ir até o casarão colonial do Sítio São Luís, que além de mostrar o cultivo orgânico, possui atrativos típicos do turismo rural, como o contato com animais e refeição preparada no fogão à lenha para o almoço ou café da tarde.

Rota do Café Verde valoriza produção cearense – Foto: divulgação/Sebrae

Distrito Federal

Em pleno Planalto Central, tem espaço para um cafezinho sim! Aliás, vários. A começar por Brasília, que vem se mostrando um polo de cafeterias em ascensão, focadas em cafés especiais e com a presença de baristas premiados em concursos mundo afora.

A cidade ganhou até um Mapa Afetivo dos Cafés de Bsb, desenvolvido pelo laboratório gastronômico da IFB (Instituto Federal de Brasília), recheado de opções na capital do Distrito Federal.

Indo além, há também fazendas para visitar na região, que estão na discreta mas não menos expressiva produção há 57 anos. A Fazenda Santa Rosa alimenta 150 estabelecimentos brasilienses com sua produção 100% arábica, o Café Fontenelle, cultivado a 1.000 metros de altitude.

Já a Fazenda Novo Horizonte oferece o tour Minelis Coffee Experience, visitação “da semente à xícara”, passando pelo premiado cafezal. São três horas de atividades, incluindo um mini-curso de cafés especiais, visita à plantação e torra de café ao vivo.

Foto: divulgação/Minelis

Lugares para incluir na lista

Produzindo sete variedades de café em 219 hectares na região de Mogiana, a fazenda de 1901 segue pilares de sustentabilidade para oferecer um produto premiado nacionalmente. Outra parte da plantação fica no Sul de Minas Gerais, na Fazenda das Flores, onde também produz mel da florada do café.

Foto: divulgação
  • Museu do Café — Botucatu (SP)

A antiga Fazenda Lageado, de 1885, foi uma das maiores exportadoras de café paulista, sendo beneficiada pela tecnologia hidráulica. Anos depois, deixou de lado a produção para abrigar uma parte da UNESP, tornando-se sede da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) e um espaço museológico. No acervo encontram-se livros, documentos, imagens, mobiliário e equipamento de época, além de itens arqueológicos.

A região do Bom Retiro é conhecida por conta das confecções e dos restaurantes coreanos que se espalham por ali. Porém, é no UM Coffee Co. que a xícara de café é garantida com um trabalho primoroso dos baristas. Com grãos de fabricação própria, oriundos da fazenda da família coreana em Minas Gerais, a cafeteria e torrefação prepara desde o cold brew, que é extraído a frio, até o típico espresso. Também servem almoços, lanches, doces e opções para brunch num ambiente bem bonito e organizado. Há ainda uma unidade no bairro Itaim e uma no Paraguai.

Foto: divulgação
  • Passeio de Balão — Carmo de Minas (MG)

Que tal mudar literalmente de ares e de perspectiva na hora de conhecer mais sobre o café? A Unique oferece um passeio a bordo de um balão de ar quente que sobrevoa lavouras e fazendas na região Mantiqueira de Minas Gerais, orientado por um guia especialista em cafés especiais. Já em solo, o público desfruta de um belo café da manhã e conhece mais sobre os processos de torra. 

Passeio de balão é diferencial na Rota do Café – Foto: Unique Café

A fazenda de café oferece uma experiência chamada “Do Pé à Xícara”, que proporciona uma imersão ao mundo dos cafés especiais. A minuciosa visita explica sobre os processos produtivos, composição de lavouras, espécies e variedades existentes. Depois de andar pela propriedade e conhecer a torra, vem a degustação do café fresquinho. 

Impossível ir até o cerrado baiano sem conhecer o café mais premiado da região. Nessa aconchegante cafeteria, localizada no centro da cidade, você poderá degustar variações da bebida, acompanhada de outras delícias, como bolo caseiro, croissant e tortinha de banana. Uma das boas pedidas é o Cappuccino Brasileiro, combinação de caramelo, leite, café e cobertura de chantilly. Também dá para levar pra casa um pacote de café em grãos ou moído na hora.

Ocupando parte Sítio Espatódea, o Santa Demolição ressignifica os antigos escombros de um galpão do século 19, transformando-se em antiquário, galeria de arte, bistrô e cafeteria. O casal Regina e Ronaldo Martins faz questão de receber o público para falar sobre arte, natureza e cultura enquanto se degustam delícias caseiras. Entre as opções, vale experimentar o café com limão e o sorvete de manjericão. 

Foto: divulgação/Santa Demolição

Uma das mais conhecidas fazendas cafeeiras ainda em atividade do Espírito Santos, a fazenda Camocim produz café arábica orgânico e biodinâmico. Porém, o destaque mesmo vai para o Jacu Coffee, iguaria que simplesmente surge a partir das fezes do pássaro Jacu Penélope. A ave basicamente seleciona e depois defeca os grãos no cafezal, que depois passam por uma higienização e torra para serem vendidos em pacote. A propriedade foi premiada no Cup of Excellence em 2017 e conta com uma cafeteria

Fundada em 1875 por um visconde que fez fortunas com o café, a Fazenda Guaritá é a única banhada pelo Rio Paraíba do Sul, o que contribui com sua paisagem. Hoje sedia o Hotel do Café, que é um tipo de viagem ao passado, com seu mobiliário antigo e objetos que foram da família imperial, além de um restaurante baseado em pratos da época dos barões. Os hóspedes chegam ao local de Maria Fumaça particular, que os levam do portão principal até o casarão principal. 

Foto: divulgação/Hotel do Café

A família portuguesa Teixeira Leite teve grande importância na região do Vale do Paraíba, onde adquiriram a fazenda em 1852, atraídos pelo cultivo do café. A produção foi retomada em 2017, com o plantio de 23 mil mudas, que dão origem ao Café Florença. O cafezal é aberto à visitação temática, enquanto o hotel abre as portas da Cafeteria Firenze ao público geral. 

Uma das cafeterias mais bonitas de Curitiba, o Jardins valoriza a produção artesanal, compartilhando por meio de workshops conhecimento sobre café especial e as pessoas que transformam o produto em propósito de vida. Sediado em uma casa moderna de estilo alpino, conta com um agradável espaço para saborear um bom café ou drink, na companhia de docinhos que seguem a técnica das patisseries francesas. 

  • Casarão Café Colonial — São José dos Pinhais (PR)

Não muito longe de Curitiba está o Casarão Café Colonial, que como indica o nome, serve buffet repleto de doces, salgados, geleias, sobremesas, pães, bolachas, e diversos outros produtos artesanais. Em funcionamento há 20 anos, o charmoso espaço é ideal para uma escapada da cidade grande, tendo como destaque o bolo de vinho para acompanhar o cafezinho.

Foto: divulgação

Ocupando um casarão que tem ligação com a cultura cafeeira, o Armazém está na ativa há 17 anos, servindo cafés especiais e valorizando o pequeno produtor. Nas prateleiras se encontram microlotes e edições limitadas do Norte Pioneiro do Paraná e de todo o mundo. Um dos itens à venda mais interessantes é o Box de Amostras, uma caixinha com nove tubinhos de 20g, contendo cafés diferenciados em cada. Também serve doces e salgados artesanais. 

A microtorrefação artesanal na Asa Norte tem como diferencial as sacas de café especial, com foco em produtos artesanais e orgânicos, democratizando o acesso às variações brasileiras sem sair da cidade. A lojinha tem combos semanais promocionais para consumo na loja e oferta de itens veganos. 

Foto: divulgação

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