Você é do tipo que não perde a chance de ver alguns quadros famosos quando viaja? Eu sei como é, porque faço o mesmo! 🙂

Afinal, a arte e a cultura são também alguns dos motivos que nos fazem viajar e é quase impossível ficar indiferente quando se está em um museu cercado pelas principais criações artísticas da história.

Claro que viajar não é sobre cumprir com um checklist de quadros famosos (também podemos ver esculturas, né? rsrsrs).

Não estou imaginando que alguém vá embarcar em um avião e correr o mundo para chegar pertinho destas obras de arte, mas sempre é bom ter em mente onde cada um destes quadros estão. Just in case.

Quadros famosos pelo mundo

“Guernica”, de Pablo Picasso

Uma das obras mais impactantes de Pablo Picasso, a Guernica retrata a Guerra Civil Espanhola de uma maneira crua. Sua inspiração foi o bombardeio sofrido pela cidade basca Guernica, refletido no nome do quadro.

A obra se tornou um marco do cubismo e pode ser vista na sala 206 do Museu Reina Sofia, em Madrid, na Espanha. No mesmo espaço, há uma fotorreportagem que mostra as diversas fases do processo de composição da Guernica, clicada por Dora Maar.

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Quadro "Guernica" em preto e branco realizado em estilo cubista
Guernica”, Pablo Picasso, 1937

“As Meninas”, de Diego Velázquez

Se a “Guernica exibe toda sua crueldade no Museu Reina Sofia, cuja curadoria privilegia a arte moderna e contemporânea, a obra “As Meninas” de Diego Velázquez pode ser encontrada a poucos metros dali, no Museu do Prado, também em Madrid.

Reconhecida como uma das pinturas mais importantes da história ocidental, “As Meninas” coloca a Infanta Margarida, de apenas cinco anos, no centro do quadro, cercada por suas damas de companhia. Curiosamente, o próprio Velázquez se retrata no canto esquerdo da cena, pintando algo que não pode ser visto pelo espectador.

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Quadro "As Meninas", de Diego Velázquez
As Meninas”, Diego Velázquez, 1656

“A Persistência da Memória”, de Salvador Dalí

Talvez você conhecesse esse quadro apenas pelo relógio derretido que se tornou involuntariamente uma marca do surrealismo e de Salvador Dalí.

Pintada em 1931, ela faz parte da coleção do MoMA (Museu de Arte Moderna) de Nova York, nos Estados Unidos, desde 1934. Por lá, um quadro pequeno de apenas 24 cm por 33 cm espera os visitantes curiosos para descobrir o que há por trás da genialidade de Dalí.

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“A Persistência da Memória”, de Salvador Dalí, 1931

“A Noite Estrelada”, de Van Gogh

Pintada em 1889, “A Noite Estrelada” é uma das obras mais famosas de Van Gogh, junto com seus autorretratos e girassóis. O quadro impressionista foi realizado depois que o pintor holandês cortou a própria orelha e foi internado em um hospício em Saint-Rémy-de-Provence.

Da janela de seu quarto, ele podia observar a noite, que foi imortalizada em suas telas. Atualmente, a obra também se encontra exposta no MoMA, em Nova York.

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“A Noite Estrelada”, de Van Gogh, 1889

“Latas de Sopa Campbell”, Andy Warhol

O mestre da pop art Andy Warhol criou um conjunto de 32 telas representando as latas de sopa da marca Campbell. Cada uma das telas seria equivalente a um dos sabores disponíveis do enlatado nos supermercados da época.

Foi assim que, em 1962, o artista transformou um objeto cotidiano em obra de arte. Atualmente, as “Latas de Sopa Campbell” deixaram as prateleiras para serem expostas no MoMA, em Nova York.

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“Latas de Sopa Campbell”, Andy Warhol , 1962

“O Grito”, de Edvard Munch

O Grito” não é apenas um quadro, mas quatro. Trata-se de uma série de pinturas de Edvard Munch com o mesmo tema e aparência bastante similar.

O principal segredo é que cada uma das obras usa uma técnica diferente. Realizadas entre 1893 e 1910, elas foram criadas usando pintura a óleo, tempera, pastel e litografia.

As três primeiras versões de “O Grito” se encontram em Oslo, na Noruega. Duas delas podem ser vistas no Museu Munch; enquanto a teceria será encontrada na Galeria Nacional de Oslo, cuja abertura está programada para 2021.

O último dos quadros infelizmente não pode ser visto. Em 2012, ele foi arrematado por mais de US$ 119 milhões, tornando-se a pintura mais cara da história adquirida em um leilão até aquele momento. Desde então, encontra-se em uma coleção particular.

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“O Grito”, de Edvard Munch, 1893

“A Coluna Partida”, de Frida Kahlo

Pintado pouco depois de Frida Kahlo passar por uma cirurgia na coluna vertebral, “A Coluna Partida” reflete suas sensações durante o período em que esteve de cama se recuperando.

O famoso quadro da artista pode ser encontrado no Museu Dolores Olmedo, na Cidade do México. Distante da região central, a visita ao museu vale o passeio e presenteia os viajantes com uma das maiores coleções de obras de Frida Kahlo e seu marido Diego Rivera.

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“A Coluna Partida”, de Frida Kahlo, 1944

“Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci

Também conhecida como “La Gioconda“, a pintura é um dos destaques do Museu do Louvre, em Paris (França), onde reúne filas de curiosos dispostos a conhecer a obra-prima de Leonardo da Vinci.

Infelizmente, o número de pessoas que saem do museu decepcionadas com o tamanho da obra cresce a cada ano. Isso acontece porque, embora tenha se tornado o retrato mais conhecido da pintura ocidental, a tela mede somente 77 cm por 53 cm. Para fins de comparação, o tamanho é similar ao de uma televisão de 35 polegadas.

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“Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci, 1503-1506

“Abaporu”, de Tarsila do Amaral

Você já viu o Abaporu em fotos. O famoso quadro de Tarsila do Amaral é conhecido por ser a pintura brasileira mais valorizada do mundo, além de ser um ícone do movimento antropofágico. Acontece que ele não está exposto no Brasil, mas sim no Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (MALBA), na Argentina.

A obra faz parte da coleção do museu, mas não é o único destaque por lá. O MALBA expõe o melhor da arte moderna e contemporânea criada na América Latina e é um dos passeios imperdíveis para se fazer na capital argentina. No local, há ainda uma cinemateca que oferece sessões de filmes com uma pegada cult.

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“Abaporu”, de Tarsila do Amaral, 1928

Já que você está em casa lendo esse texto e sem planos de viajar no momento, que tal aproveitar para uma visita pelos museus que abriram suas portas virtualmente durante a quarentena?

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