O Chile é um dos lugares mais incríveis do mundo quando o assunto é trilhas e aventuras. Entre paisagens geladas, salinas a perder de vista, lagos encantadores e cordilheiras surpreendentes, te mostramos o que fazer no Deserto do AtacamaCom nossas dicas de passeios, vai ficar mais fácil organizar a sua viagem! 🙂

Termas de Puritama

A 3.475 metros acima do nível do mar estão águas termais aquecidas pela mãe natureza, resultando não só em relaxamento como também propriedades terapêuticas. São oito poços para banho, rodeados por uma linda vegetação, com temperaturas que oscilam entre 25ºC e 30ºC. Algumas agências de passeios que vão até os Gêiseres del Tatio acabam passando por estas termas e fazendo uma parada.

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Lagunas Escondidas

Também chamadas de Lagunas de Baltinache, essas sete lagoas brilham de longe para quem as avista da trilha, no meio do deserto. Sua coloração com variados tons puxados para o azul turquesa não passa despercebida e se justifica devido a alta concentração de sal, fazendo com que ninguém afunde. Ali não se nada, se flutua.

Vale da Lua e Vale da Morte

Uma das grandes atrações estão no trecho que envolve a Cordilheira de Sal, o Vale da Lua e o Vale da Morte. Formações rochosas avermelhadas cheias de curvas, resultado de sucessivos dobramentos da crosta terrestre, se juntam às dunas que relembram uma galáxia distante. O terreno é fértil para quem curte trekking, sandboard e passeios de bike. O lugar místico fica a poucos minutos de San Pedro, a cidade-sede da região. No caminho, conheça a Aldeia Tulor, um interessante sítio arqueológico.

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Gêiseres do Tatio

Entre as atrações mais instigantes do Atacama estão os Gêiseres del Tatio. Junto da gruta El Lazzi, o campo geotérmico fica em meio ao Vale da Lua, tendo sua melhor forma antes do sol nascer. O vapor e os jatos d’água a 4.200 metros de altura são fonte de uma nascente termal, que tem ponto de ebulição a 80ºC e pode ser visitada pelo público. O espetáculo requer apenas um sacrifício: acordar de madrugada! Seu esplendor é entre 6h e 7h.

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Salar de Tara

A 4.300 metros acima do nível do mar, entre os vulcões da Reserva Nacional Los Flamencos, o Salar de Tara é um dos atrativos da região de Antofagasta. Em uma superfície erodida de 48 km² se avistam lagoas, rios e veigas, onde vivem raposas, gaivotas andinas e flamingos.

Lagunas Altiplânicas

Um dos tours mais tradicionais do Atacama é pelos arredores das Lagunas Altiplânicas, que surgem como um espelho após uma trilha em meio a parra brava, um tipo de grama de cor dourada, que se move com os fortes ventos e contrasta com o cenário vulcânico. Na companhia de flamingos e vicunhas, os visitantes contemplam o visual majestoso. É parada obrigatória para os viajantes!

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Valle del Arco Iris

Ainda pouco conhecido nos roteiros turísticos do Atacama, o Vale do Arco-Íris tem tudo para alcançar a fama. Localizado na Cordilheira de Domeyko, o vale tem paredões rochosos de cores variadas, devido a concentração de diversos minerais, formando uma paisagem multicolorida em tons de laranja, vermelho, verde e amarelo. Alguns passeios seguem rumo a Yerbas Buenas, onde se observam gravuras milenares marcadas em pedras.

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Piedras Rojas

Descubra as variações das tonalidades do deserto do Atacama em um passeio até Piedras Rojas, uma impressionante formação geológica no Salar de Aguas Calientes. Em plena Cordilheira dos Andes, a paisagem avermelhada a 4 mil metros de altura se justifica pela oxidação do ferro, abundante na região.

(A princípio a reserva está fechada, clique para mais informações)

Pukará de Quitor

As ruínas de uma fortaleza pré-colombiana são um dos grandes atrativos para quem vai a San Pedro do Atacama. Localizada a cerca de 3 km dali, o local foi erguido por seu próprio povo no século 12, como forma de defesa contra os ataques e invasões incas. Além de um museu, conta com mirantes de onde se avistam boa parte dos arredores.

Salar do Atacama

O sal segue se alastrando entre as belíssimas paisagens até chegar ao Salar do Atacama, onde crostas do mineral cobrem boa parte da superfície. Os cristais são fruto da evaporação de águas subterrâneas da Cordilheira dos Andes com alta salinidade. No meio da paisagem árida e branquinha surge a Laguna Chaxa, parte da Reserva Nacional Los Flamencos, lar de muitos flamingos que dominam a área e dão nome ao parque.

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Laguna Cejar

Mais uma opção para flutuar sob as águas, a Laguna Cejar se forma entre vulcões e grandes depósitos salinos. A apenas 30 km de San Pedro, a atração é uma das principais da região, já que todos querem ver e sentir a pressão do sal na água, fazendo com que ninguém afunde. Algumas pessoas optam por fazer o caminho de 18 quilômetros a bordo de uma bike, partindo do centrinho da cidade.

Vulcão Lascar

Pode ser que você não tenha ouvido falar sobre ele, mas deveria. O vulcão Lascar fica a 5.592 metros de altitude e continua ativo, com a última erupção datada em 2006. Ainda assim, há quem suba até a cratera, enfrentando fortes rajadas de vento e baixíssimas temperaturas para observar a Lagoa Lejia e o outro lado da Cordilheira dos Andes.

San Pedro de Atacama

O principal ponto de partida para explorar o Deserto do Atacama é o pequeno vilarejo de San Pedro de Atacama, no norte do Chile. O povoado fica a 2.450 metros de altitude e a cerca de 100 km de distância de Calama, onde está localizado o aeroporto mais próximo. Nas ruas de terra batida se espalham diversas opções de hospedagem, mercadinhos e turistas de várias países. Prepare-se para lidar com a aridez, pois este é considerado o lugar mais seco do mundo.

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Deserto Florido

Parece loucura, mas no Chile é possível ver o deserto do Atacama florescer. O fenômeno entre julho e novembro acontece por conta do El Niño, que aquece as águas do oceano e acabou por fazer brotar 1800 espécies de plantas, como pequenas e coloridas flores, no deserto mais árido do mundo. Inusitado, acabou acontecendo duas vezes no ano de 2015, uma no outono e outra no verão. A região, queridinha dos brasileiros, também é ótima para observação de estrelas, trekkings, canoagem e outras atividades aventureiras.

Post por Brunella Nunes
Fotos: reprodução/Ayllu Expedições

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