Viajar para a Ásia é imergir numa cultura sem igual. Depois da Tailândia se tornar um dos principais destinos de viagem, agora os olhares se expandem para os países vizinhos. No continente, conheça as belezas exóticas de Luang Prabang, a chamada “joia de Laos“. Num península entre os rios Mekong e Nam Khan, foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco e a gente te mostra os motivos.

Louangphrabang – como também é grafada- está ao Centro Norte de Laos, onde tem uma casa na árvore maravilhosa, que falamos aqui. Rodeada de templos budistas e arquitetura colonial francesa, é no Old Quarter onde estão reunidos os edifícios históricos que contam sobre seu passado. Os trajetos podem ser feitos em corridas de tuk tuk, o “táxi” local, a pé ou de bicicleta, que pode ser alugada nos próprios hotéis.

Ao todo, são 33 templos budistas na região, que abriga uma grande comunidade de monges. Para citar alguns a serem inclusos no roteiro, visite Phra Bang, Wat Xieng Thong e Wat Chomsi, de onde se tem uma bela vista da cidade, do alto de 100 metros de altura do Monte Phousi, após a sofrida subida de 300 degraus. O esforço vale a pena. No templo Wat Mai, um magnífico muro dourado detalha a vida de Buda com ornamentos feitos no século 18.

Outro ponto crucial em Luang é o Palácio Real, ou Haw Kham. É um lugar belo por fora e por dentro, que resguarda uma arquitetura exuberante e um museu com objetos da família real. Para mergulhar de vez na cultura local, inclua ainda no roteiro o Centro de Artes Tradicional e Etnologia, que revela traços do estilo de vida asiático por meio de joias, roupas, tecidos, artefatos religiosos e utensílios domésticos.

É impossível não notar a chamada Ronda das Almas, tradição budista diária em que os monges deixam os templos em busca de doações, especialmente alimentos, a partir das 6 horas da manhã. Na mesma rua acontece o mercado noturno. Iluminado com luz baixa, é também uma ótima opção de passeio para quem busca por lembranças e produtos típicos deste país.

Além de doações para os monges, os visitantes também podem colaborar com a leitura das crianças de Luang Prabang, que infelizmente têm pouco acesso às escolas, raras em muitas da vilas locais. Ajudando as bibliotecas locais com apenas US$ 2, os turistas dão a oportunidade da leitura chegar até 75 vilas ao longo do rio Mekong.

Ainda com pouco dinheiro no bolso se compra itens artesanais, come-se muito bem e se desfruta de maravilhas naturais como a as cavernas Pak Ou Cave, a cachoeira Tad Sae e a cascata Kuang Si, a apenas 30 km da região central. É também comum fazer passeios pela plantações de arroz e vegetais orgânicos, como acontece na fazenda Living Land Company, comandada pela comunidade.

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Post por Brunella Nunes
Fotos: reprodução/via

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