Tudo flui e nada permanece“, clamava o filósofo turco e pai da dialética Heráclito de Éfeso. É com essa premissa que a vida segue na pequena e frágil Civita di Bagnoregio, na Itália, conhecida como a “cidade que morre”, denominação dada pela escritor nativo Bonaventura Tecchi. O vilarejo passa por uma contínua atividade erosiva, então é melhor você fazer uma visita antes que desapareça do mapa.

Localizada a 484 metros de altura, na borda com Lázio – região da Umbria, a cidade está entre os rios Chiaro e Torbido. As destruições passadas, incluindo deslizamentos de terra, terremotos e conflitos humanos, resultaram na peculiar paisagem formada por cânions e planícies irregulares de argila, tufos e rochas.

Parece que o tempo parou na silenciosa vila, em boa parte erguida no século 7, com edifícios medievais e vistas panorâmicas são seus principais atrativos atualmente, como a igreja de Santa Maria, que passou por vários restauros ao longo do tempo. Flores nas janelas tornam esse cantinho italiano ainda mais charmoso e encantador. A área só pode ser acessada a pé através de uma ponte de concreto, construída para os poucos moradores e turistas.

Como chegar lá: Os viajantes podem chegar lá a partir de Roma, em cerca de 1 hora de carro (100 km), ou Florença, que está a 200 km de distância. De trem, as estações mais próximas estão em Viterbo e Orvieto.

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Post por Brunella Nunes
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Quando não está viajando pelo mundo, está viajando nas ideias.

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