Pensando em uma mudança de ares para 2019? Então talvez esteja na hora de considerar ir para algum destes países, que permitem que brasileiros morem e trabalhem legalmente em seu território.

Para cada destino, as regras são um pouco diferentes, mas todos têm em comum uma certa facilidade para imigração. Descubra quais são eles!

Argentina

Apesar de burocrático, se mudar para a Argentina é simples e os brasileiros contam com os mesmos direitos trabalhistas do que cidadãos argentinos.

Antes de começar a procurar emprego, no entanto, é necessário tramitar o visto de residência no país – o blog Vou Contigo explica quais os documentos solicitados durante o processo, que pode levar meses para ficar pronto. É claro que apenas ter os documentos em mãos não basta: para conseguir uma colocação no mercado, o domínio do idioma é sempre um diferencial.

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Uruguai

Assim como ocorre na Argentina, o Uruguai também abre as portas para cidadãos brasileiros. O direito ao visto de residência permanente é garantido aos países que pertencem ao Mercosul e, recentemente, o processo se tornou ainda mais fácil. Além disso, grande parte da população adulta ocupa empregos considerados bons ou ótimos, de acordo com uma pesquisa da Gallup e do grupo Meridian International – um dos maiores índices encontrados na América Latina.

Todos os trâmites podem levar até três meses antes de que a documentação seja emitida e é recomendado dar início à papelada antes mesmo de deixar o Brasil. Tem dica lá no Hypeness sobre tudo que você precisa fazer para emigrar ao Uruguai.

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França

Em março deste ano, os brasileiros com ambição de viver na Europa receberam uma boa notícia: o programa de Férias-Trabalho estava aberto para a nação tupiniquim! Através da iniciativa, jovens entre 18 e 30 anos podem se candidatar a passar um ano no país, com permissão de trabalho.

Para tentar a sorte, os candidatos precisam apresentar fundos suficientes para a compra das passagens de ida e volta, bem como o equivalente a € 2,5 mil (cerca de R$ 10 mil). Não é necessário falar francês, mas é recomendado algum nível de conhecimento do idioma, o que irá facilitar na hora de encontrar um trabalho.

O mesmo visto vale para departamentos europeus e ultramarinos da França, como a Guiana Francesa e as Antilhas Francesas. Para saber mais sobre o programa e dar início ao processo, acesse o site da Embaixada da França no Brasil.

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A França também permite que brasileiros com visto de estudo trabalhem legalmente por até 964 horas ao ano (ou cerca de 17 horas semanais) enquanto estiverem no país. O salário mínimo fica em torno de € 1.498,47 por mês. Além disso, estudantes podem obter um auxílio do governo para o aluguel e outros benefícios. O Campus France divulga as informações relativas aos vistos de estudante no destino.

Nova Zelândia

Em um programa similar ao oferecido pelo governo francês, a Nova Zelândia também abre a oportunidade para que brasileiros passem um ano vivendo legalmente em seu território.

São concedidos apenas 300 vistos anuais e existe uma restrição quanto ao trabalho: não é permitido ser contratado pelo mesmo empregador por mais de três meses durante o período da estadia. O objetivo é que as pessoas não viajem ao país apenas para trabalhar, mas também estejam dispostas a desbravar a região.

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Podem se candidatar ao visto pessoas que tenham entre 18 e 30 anos no momento da inscrição. É necessário comprovar fundos de NZ$ 4.200 (cerca de R$ 10.700) + valores suficientes para pagar as passagens de ida e volta. Em 2019, as inscrições abrem no dia 21 de Agosto, às 19h (horário de Brasília) e é preciso ser rápido para conseguir uma vaga. O Vida Cigana dá dicas para não errar na hora da candidatura.

Outra vantagem é que intercambistas também possuem permissão para trabalhar no país, desde que optem por cursos com duração maior do que 14 semanas.

Veja também tudo que você precisa saber para morar e trabalhar na Nova Zelândia.

Portugal

Queridinho dos brasileiros que contam com a vantagem de poder morar na Europa sem deixar de lado nossa língua natal, Portugal permite que estudantes de ensino superior estrangeiros trabalhem durante os estudos, desde que a carga horária seja compatível e não interfira com as aulas. A permissão não é válida para estudantes de ensino médio.

Além disso, várias universidades portuguesas já aceitam as notas do ENEM para o ingresso de brasileiros. Maravilha, né?

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Irlanda

A Irlanda está cheia de brasileiros. A escolha pelo país não é aleatória e leva em conta os baixos custos de intercâmbio, a possibilidade de trabalho no exterior e o salário mínimo irlandês, considerado um dos mais altos do mundo.

Para ter direito ao trabalho, os estudantes precisam se matricular em um curso de pelo menos 25 semanas e comprovar uma quantia de € 3 mil (cerca de R$ 12 mil) para se manter no país. O visto é concedido por oito meses.

Entre maio e agosto e de 15 de dezembro a 15 de janeiro, o intercambista poderá trabalhar 40 horas semanais, desde que o tempo de emprego em período integral não ultrapasse oito semanas. Fora destas datas, ainda é possível exercer uma profissão, com carga horária máxima de 20 horas por semana. No E-Dublin tem muitas dicas valiosas sobre vistos para a Irlanda.

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Austrália

Embora mais caro, realizar um intercâmbio na Austrália é uma ótima opção para estudantes brasileiros que não abrem mão de um clima similar ao nosso. Enquanto estiver matriculado em um curso com carga mínima de 21 horas semanais, é possível exercer uma atividade remunerada por até 20 horas por semana. Para ter esse direito, o curso deverá ter uma duração de pelo menos 14 semanas. A Descubra o Mundo lista quais os documentos e procedimentos necessários para obter um visto de estudante no destino e você encontra mais informações na Embaixada da Austrália no Brasil.

Se estiver na dúvida sobre os custos dessa viagem, espia só o especial que fizemos indicando quanto custa um intercâmbio na Austrália.

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Canadá

Embora estudantes de idiomas não possam mais trabalhar legalmente no Canadá, a prática é permitida para alunos de cursos de graduação e pós-graduação. Eles têm direito a trabalhar por até 20 horas semanais, desde que estejam matriculados em cursos com pelo menos seis meses de duração.

Além disso, pessoas que tenham mais de 18 anos e tenham completado estudos em escolas credenciadas pelo governo canadense podem aplicar para um “Post-graduation work permit”, que oferece a possibilidade de adquirir experiência profissional no país por até três anos, conforme o Uol. O tempo do visto varia conforme a duração do curso realizado, que deve ser de no mínimo 8 meses.

Descubra quanto custa fazer um intercâmbio no Canadá.

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Estados Unidos

Os Estados Unidos têm fama de serem bem complicados com a imigração, mas a verdade não é exatamente assim… Os vistos de programas no estilo Work and Travel permitem trabalhar por até três meses e, depois, viajar pelo país. A inscrição para essa permissão especial pode ser feita diretamente com agências de intercâmbio brasileiras, que irão orientar todo o processo.

A mesma modalidade de trabalho se estende a estudantes de pós-graduação, que podem se inscrever em projetos de emprego de verão, estágios universitários e programas de au pair.

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