Se você quer seguir a premissa de “ano novo, vida nova” a fundo, talvez esteja na hora de mudar de ares. Um estudo elaborado pela Delta Economics & Finance para a revista Exame revela as melhores cidades brasileiras para criar os filhos, levando em consideração alguns fatores importantes entre 100 destinos com mais de 260 mil habitantes.

Para chegar às conclusões, foram analisados o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) municipal, a taxa de violência, o custo de vida e outras 48 variáveis que medem as condições de infraestrutura de saúde, longevidade, educação e segurança pública. Confira:

1.º) Florianópolis: um dos destinos mais cobiçados do Brasil, a capital catarinense figura o topo da lista ao cumprir 76% das metas que o estudo propõe. Os 36,52 pontos foram conquistados devido aos índices de educação e desenvolvimento econômico, a proporção de crianças extremamente pobres, o trabalho infantil e o emprego com carteira assinada.

floripa

2.º) Santos – com 35,46 na pontuação, a maior cidade do litoral paulista ganhou o segundo lugar por conta dos níveis educacionais. A baixa taxa de analfabetismo, a expectativa de anos de estudo aos 18 anos e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) colaboraram com a colocação.

Santos

3.º) Vitória – a capital do Espírito Santo ficou no terceiro lugar por conta dos números em saúde. Com nota final de 34,52, saiu em vantagem pela análise de dados como número de leitos, de unidades básicas de saúde, de pronto-socorros e a quantidade de médicos para cada 100 mil habitantes.

Vitória

4.º) Blumenau – mais uma cidade do sul do Brasil na lista, Blumenau é conhecida por sua Oktoberfest e exalta a cultura alemã dentro do país. Com nota final de 33,94, o item que a consagrou no ranking foi o desenvolvimento econômico, seguido de bem-estar e a educação.

Blumenau

5.º) Santo André – dentro do ABC Paulista, o município teve ao todo 33,90 pontos. O destaque vai para o item governança, que obteve a melhor nota entre as demais cidades acima. A colocação levou em consideração as ações de desenvolvimento sustentável recomendadas pela ONU, além de políticas públicas direcionada às mulheres.

Santo André

6.º) Jundiaí – mais uma cidade dentro de São Paulo ganhou destaque. Com boa qualidade de vida, apresenta números significativos em desenvolvimento municipal e educação, o que a levou a nota final de 33,65 no ranking da Delta Economics.

Jundiaí 

7.º) Bauru – mais uma cidade paulista, é a mais populosa do centro-oeste de São Paulo e conseguiu o 7º lugar com nota final de 33,48. A maior pontuação foi por conta do item domicílio, que leva em consideração o número de casas com água encanada, banheiro, coleta de lixo e energia elétrica, entre outros.

Bauru

8.º) Maringá – com 33,20 pontos de nota final, a cidade ao norte do Paraná conquistou o oitavo lugar no ranking com destaque para os dados educacionais. O desenvolvimento econômico e a saúde vêm logo na sequência, com 6,61 e 5,68 pontos.

maringa

9.º) Joinville – a terceira representante de Santa Catarina na lista conseguiu ainda entrar no top 10. A maior cidade do estado conseguiu 33,18 em sua nota final, garantindo ainda um equilíbrio de pontos entre todos os itens analisados pela Delta Economics. Educação e desenvolvimento econômico ficaram com as melhores notas.

Joinville

10.º) Curitiba – conhecida por ser uma das cidades com melhor qualidade de vida do país, a capital do Paraná alcançou 32,98 na nota final do ranking. Os índices em educação e desenvolvimento econômico, dado superado apenas por Floripa e Blumenau, a mantiveram no top 10.

Curitiba

Foto: Ricardo Ribas / Embratur

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