Quando se pensa em Londres, já vem a nossa cabeça aquela paisagem formada por táxis pretos, cabines telefônicas e ônibus de dois andares, extensos gramados sob o céu cinzento e a guarda real. As imagens clássicas serão procuradas por todos que colocam os pés na cidade pela primeira vez, mas a capital da Grã-Bretanha é muito mais do que isso e, atualmente, um verdadeiro sinônimo de diversidade. Londres é riquíssima em cultura e opções de entretenimentos e um dos destinos mais procurados do mundo. 

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A fama do clima de Londres não é das melhores, mas a capital da Inglaterra e do Reino Unido merece ser visitada em qualquer época do ano. O importante é o visitante escolher a época que mais bem se encaixa em seu perfil e em seu bolso. Adote o estilo inglês: não deixe de fazer nada por conta do clima, apenas se adapte a ele.

Durante o verão, que começa oficialmente em meados de junho, as temperaturas sobem e o sol se põe mais tarde. Por isso, as ruas ficam repletas de gente e de eventos. Fique atento apenas para o fato de que nessa estação os preços podem estar mais elevados.

Temperaturas mais baixas podem vir acompanhadas de preços mais em conta, porém é bom lembrar que é grande a procura pelo destino durante o Natal e o Ano Novo não é muito bom para os que pretendem economizar.

A sede da monarquia britânica abriga o Big Ben e tantos outros cartões-postais famosos, como o palácio de Buckingham, a Abadia de Westminster e ponte da Torre de Londres, que fica às margens do rio Tâmisa; além de vários museus interessantíssimos, como o Tate Modern e National Gallery (alguns com entradas gratuitas!).

Como toda cidade cosmopolita que se preze, a capital ainda reúne pessoas do mundo todo, incluindo uma quantidade enorme de brasileiros - habitantes ou apenas turistas. Essa mistura de nacionalidades garante uma boa experiência à mesa também, podendo ir muito além do fish and chips tradicionais nos pubs da região. Se a boa mesa é o que se procura, chefs-celebridade como Jamie Oliver e Gordon Ramsay marcam a presença com vários restaurantes na cidade.

As compras também são um atrativo e as tradicionais Regent e Oxford Street e as butiques em Marylebone e Mayfair, como as de Vivienne Westwood são um grande atrativo, mesmo que para olhar as vitrines. Já quando as pernas cansarem de tantos passeios e atrações, o corpo e a mente podem relaxar em parques bonitos e bem cuidados como o Hyde Park, o Saint James’s e o Greenwich, por onde passa o famoso meridiano.

 A moeda local é a libra esterlina (Pound sterling), considerada uma das mais fortes economicamente. E mesmo que à primeira vista tudo pareça demasiadamente caro, saiba que é possível negociar e encontrar boas ofertas.

Outra questão importante é que são muitas atrações e pontos turísticos na cidade. Se você deixar para se programar em cima da hora, vai se perder com tantas opções.  Por esse motivo, recomenda-se uma estadia de, no mínimo, quatro dias, e muito planejamento para dias intensos de turismo. 

Vida noturna

A vida noturna em Londres não para nunca. Pode ser tomando uma pint em um típico pub inglês ou dançando até o sol raiar em uma badalada discoteca local, o que importa é curtir a noite do seu jeito. Apesar disso, a noite londrina perdeu diversas opções recentemente - cerca de 50% das casas noturnas e 40% das casas de música ao vivo da cidade fecharam suas portas nos últimos 8 anos.

Mesmo com as mudanças inegáveis nesse cenário, há ainda muito o que curtir depois do anoitecer na capital britânica. Para quem quer dar uma especial atenção à vida noturna durante a passagem pela cidade, as regiões mais indicadas são as de Camden Town, com diversos bares de música ao vivo; East London, com um público mais diversificado; Mayfair, uma região com bares e restaurantes mais elegantes; Soho, um sucesso entre o público gay; e South Kensington, com clubes e restaurantes mais exclusivos. Em alguns locais, é aplicado um código de vestimenta formal que, se não for seguido, certamente irá fazer com que você seja barrado na entrada - mesmo tendo ingresso na mão.

Uma região que merece atenção especial é Piccadilly Circus. Além de reunir diversas atrações turísticas, a área possui muitos restaurantes e teatros, sendo uma ótima opção para fazer um programa cultural à noite. Pertinho dali fica a Leicester Square, repleta de bares, cinemas e boates badalados. Outra boa opção para curtir a vida noturna da cidade como um local é optar por um pub crawl - ou tour de bares - em que guias especializados na noite londrina levam os viajantes a diversos locais enquanto provam cervejas e drinks.

Na hora de programar uma saída para bares em Londres, no entanto, é bom estar de olho no relógio. É comum que os pubs estejam fechados às 23h - um pouco antes do fechamento, soa um sino anunciando que está na hora de pedir a saideira. Depois desse horário, ainda é possível continuar a noite em algumas discotecas da cidade, que geralmente têm seus horários mais amplos, fechando após o sol raiar. 

Como chegar

Saindo do Brasil, há voos diretos para Londres operados pela British Airways e pela Latam, com saídas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Após uma viagem de cerca de 11 horas, a chegada ocorre pelo aeroporto de Heathrow, o maior de todo o Reino Unido. Outras companhias aéreas também voam entre o Brasil e a capital britânica, com conexão em diferentes aeroportos europeus.

Além de Heathrow, Londres é servida por mais quatro aeroportos. Gatwick, Luton e Stansted são utilizados por muitas empresas low cost para voos dentro do continente; enquanto o City Airport é focado em um público executivo que costuma viajar entre rotas mais caras. Fora este último, todos os aeroportos londrinos ficam distantes da área urbana, fazendo com que seja necessário pegar um táxi, trem ou ônibus entre o aeroporto de chegada e a sua hospedagem.

Como a Inglaterra fica em uma ilha, o avião é mesmo o meio de transporte mais utilizado para chegar a Londres. Apesar disso, graças à distância, é possível que o transporte entre o aeroporto e o hotel represente um custo extra à viagem - o que deve ser considerado principalmente quando se opta por voar com uma companhia aérea low cost. Em alguns casos, esse transporte pode custar a mesma coisa ou até mais do que a passagem de avião em voos internos.

Londres também é facilmente acessível de trem para viagens que partem de Paris, Bruxelas e outras cidades do Reino Unido. Os trens chegam pela estação King’s Cross - St. Pancras, que se conecta ao restante da capital britânica através de seis linhas de metrô diferentes. Para quem viaja de ônibus, a chegada geralmente irá ocorrer na Victoria Station, localizada no centro de Londres. Há também três linhas de metrô que passam por ali, facilitando a locomoção a outras regiões da cidade. 

  • População 8.416535 milhões

  • Hora local 19:17

  • 1 Libra esterlina R$ 4,33

  • Temperatura local 3.69º Ver previsão

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As melhores opções de hospedagem em Londres

Hospedagem em Londres

menor valor maior valor
Albergue R$ 107,46 R$ 2.607,96
Hotel R$ 157,00 R$ 5.756,69
Apartamento R$ 170,08 R$ 5.359,83

Alimentação em Londres

Média de preços por dia com base em centenas de experiências

  • Café da manhã


    R$ 18,41 £ 4.25 a R$ 42,89 £ 9.90
  • Almoço


    R$ 30,89 £ 7.13 a R$ 100,95 £ 23.30
  • Jantar


    R$ 53,38 £ 12.32 a R$ 129,98 £ 30.00