Campo Grande surpreende pelo excelente planejamento urbano, com o trânsito organizado, e pelas muitas áreas verdes e vida social agitada. Porta de entrada para o Pantanal Sul, a Serra da Bodoquena e o Parque Nacional das Emas (em Goiás), mesmo com suas ruas largas e arborizadas, a cidade não perdeu o jeito de cidade do interior. 

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A capital do Mato Grosso Sul é marcada pela mistura de diferentes culturas - reflexo da ocupação da região e da localização fronteiriça do estado. A temática pantaneira está presente nas pinturas que decoram alguns prédios e na gastronomia. Imigrantes paraguaios, bolivianos e japoneses também deixaram sua marca.

A influência das tribos indígenas é vista no belo artesanato, repleto de peças de cerâmica e de madeira, além das coloridas tapeçarias. Do país vizinho, o Paraguai, a influência é gastronômica. A chipa, uma espécie pão de queijo de massa compacta, e a sopa paraguaia, que na verdade é uma torta salgada, são alguns exemplos das iguarias herdadas dos vizinhos.

Para acompanhar uma boa conversa, os locais sempre estão acompanhados de um tereré, uma espécie de chimarrão gelado. Se não bastasse, incrementam a cozinha regional os pratos japoneses, influência dos imigrantes que vieram do outro lado do mundo para a região no início do século 20. O destaque é o sobá - um macarrão artesanal incrementado com omelete e carne de porco.

Pratos exóticos e típicos do Pantanal também são encontrados em Campo Grande. Nos restaurantes regionais, os cardápios trazem moqueca de jacaré, pintado com banana-da-terra e urucum e caldo de piranha.

A mesa variada, porém, não é o único atrativo da capital sul-mato-grossense. Para queimar as calorias depois dessas refeições, uma dica de passeio é o Parque das Nações Indígenas, ponto de encontro dos moradores da cidade para admirar o pôr-do-sol. A área abriga pistas de corrida e de skate, gramados, quadras, lago, palco, teatro de arena e restaurante, além de exposições no Museu de Arte Contemporânea.

Imperdível também é visitar o Memorial dos Povos Indígenas, onde há uma comunidade de índios e venda de artesanato. O espaço é um dos atrativos do City Tour, um passeio realizado em ônibus de dois andares com acompanhamento de guia. O programa dura pouco mais de duas horas e passa por mais de 40 pontos turísticos entre praças, ruas e prédios históricos.

Para quem gosta de Natureza, o Inferninho é uma cachoeira que fica no perímetro urbano. Por lá, é comum ver praticantes de rapel aos fins de semana e banhistas fazendo trilha para acessar a cachoeira. Já o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS oferece uma trilha guiada diariamente para grupos fechados. Os visitantes conhecem animais que estão em tratamento e serão liberados em breve.

Já Casa do Artesão reúne cerâmica indígena, tapeçaria, bordados e artesanato popular de quase 1,5 mil artesãos de todo o estado.  

Um atrativo curioso da cidade está na saída de Campo Grande em direção ao município de Sidrolândia. No local é possível ver uma placa de trânsito orientando o sentido para Machu Pichu. O inusitado é que parece que é a cidade está próxima, quando, na verdade, está a 3,4 mil quilômetros de distância.

  • População 863.982 mil

  • Hora local 00:52

  • 1 Real R$ 1,00

  • Temperatura local 18º Ver previsão

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Alimentação em Campo Grande

Média de preços por dia com base em centenas de experiências

  • Café da manhã


    R$ 9,00 R$ 9.00 a R$ 19,00 R$ 19.00
  • Almoço


    R$ 15,00 R$ 15.00 a R$ 40,00 R$ 40.00
  • Jantar


    R$ 20,00 R$ 20.00 a R$ 58,00 R$ 58.00

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